jueves, septiembre 22
Arabesque
Gosto de você, por inteiro. Inteiramente verdadeiramente. Gosto do seu gosto. Da sua boca, e de onde ela percorre meu corpo. Gosto da sua pele quente. Gosto da incerteza com que as perguntas saem da minha boca e ainda mais da certeza que seus olhos me passam ao dar uma resposta. Imagino dias intermináveis. Haveria dias frios sem você aqui, mas com você, não há pôr do sol. Plagiei por direito, é isso que sinto. Licença poética dou a mim mesma. Creio, receio, imagino, sinto, todo, inteiro, amando, nunca ou sempre. Isso já foi um acróstico antigo de uma pessoa, mas pode ser seu também. Não amo, é complicado amar agora. Sim, há a enorme vontade e disposição, mas o coração parece estar satisfeito com doses remediadas de felicidade que no fim, são initerruptas. Niguém tem como apagar isso agora. Ou tem? Medo de perder chega a sufocar, mas ao lembrar do meu sorriso bobo ao te ver, passa passa passa. Gosto de me mostrar a você, gosto de me sentir livre leve solta boba bonita. Desejo definitivamente não é algo que possa ser julgado do mal. Céus, quem disse isso? (counting the days). Isso é importante. Days go by. Ahhh. Vontade enorme de gritar. Eu não quero que o sangue desça agora. Sonhei pulando de andar em andar num prédio, mas não era ruim. Eu ia pra algum lugar onde não sei. E parava em um certo andar e pegava dvd emprestado. Falta de sentido estranha. E acordo rouca. não fui a yoga. E esse texto ficou uma merda. Merda eu consigo xingar.
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