domingo, marzo 19
Sem lugar para.
[reach the stars] Me deixar em nuvens frescas feitas de algodão doce. Me fazer sorrir, gritar e morrer. [july, july, july. Opa, trocadilho? Não, só Billy Paul tocando na vitrola...]. Docura que a gente se priva de experimentar, malditas barreiras do dia-a-dia. Malditas horas, maldito tempo. Por que se prender a uma conveção humana? Se o que é sentido é deveras muito mais importante? Se o que importa é o ser, o estar. Tudo no lugar certo, hora certa, conspiração universal conjunta perfeita. Não tema, não tema, não tema pequena menina. Um dia, mesmo que o sol não brilhe tanto assim, há de haver um lugar pra estar sem medo.
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1 comentario:
eu penso q já entendo seus textos, conceitos, estilo...
passo meses sem entrar aki..
e vc continua me surpreendendo!
=)
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