martes, marzo 15

BM.

Toda a magia de bocas que se encontram num arfã. E depois já não se sabe se deve esperar para as mãos tomarem o caminho. Que desejavam há tempos... Nisso tudo, claro, a cabeça pende pro lado que não devia. Coração esquece de bater porque pensa ser melhor. Esquecer para não lembrar. Ô coisa difícil dessa mundão cruel. Querendo-se, se joga. Num momento que não dá mais. Explosão. Não tira do pensamento por um segundo sequer. Uma cristandade na pele, um cuidado nas palavras, um olhar delicado - quase doce. E um espanto incalculável. Distanciamento de estradas e telefones ajuda um tanto. Evidentemente, não retira a intenção do corpo em querer, pedir. Por mais.

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