Escorre o sangue. Vermelho, vermelho. E o coração? Bate como sempre, mas nem como sempre. Parei de dançar, por uns tempos somente. A música anda dolorosa demais aos meus ouvidos. O que eu queria era não cair no esquecimento e ser eterna, mas e agora? Futuro não me deixa sossegar. Acalmar a calma, relaxar coração. E os músculos gemem de cansaço. Pára, pára, pára! Por favor, pensa. Mas pensar menos. O mais já aconteceu, o mais me perturba, o mais me faz mal. E a hipocrisia do meu discurso? Cadê a paixão sinestésica? Cadê a ardência latente do corpo? Só sinto estranheza, só sinto um outro corpo em mim mesma. Que não quer dançar, que não consegue ser sincera, que tem medo, muito medo. Voltar no tempo, tempo paralelo.
[...]
Texto incompleto da semana passada.
Uma droga, mas é o que saiu.
=~
lunes, noviembre 13
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2 comentarios:
não tenha medo.
que venha o reino da alegria.
vamos dançar, babe.
ao luar.
só nós dois.
you're me, the universe and you.
Eu tenho medo...
Principalmente medo do medo.. Sabe? daquele que paraliza.
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